Objetivo

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Desafio

Eu não desisti da minha dieta, estou apenas passando por uma fase difícil da minha vida.
Amanhã tenho novidades, voltarei com tudo. Alimentação regrada e academia me aguardam.

Desistir, nem pensar!

Estar feliz é muito bom





Como milagres acontecem, sábadão saí com a galera da faculdade, e foi sensacional. Estar ao lado das pessoas que amamos, rindo, brincando e curtindo é sempre maravilhoso, não tem como.
Bom, mas como eu não sei ser feliz, passei boa parte da noite preocupada com quem não devia. Sei lá, me deu uma louca, enchi a cara e disse tudo o que sempre quis dizer a uma certa pessoa, mas já estou arrependida, porque não deu em nada.
Sinto saudades de mais dias como este, mas, infelizmente, não posso me dar a esse luxo, afinal, tenho um filho, e agora tudo é diferente, a responsabilidade é toda minha.
Quando cheguei em casa, na manhã de domingo, tive que ouvir diversas críticas vindas da minha mãe, que se soubesse que eu ia dormir fora não tinha ficado com o Rhian, que meu filho é carente de mãe e um monte de besteiras que não são verdade, porque sou uma mãe muito dedicada, não vivo por aí em baladas enchendo a cara.
Sabe, eu não morri, gostaria que as pessoas notassem isso. Eu continuo sendo uma mulher como todas as outras, que não pode viver só de obrigações, que precisa se divertir também. Eu acho que eu tenho esse direito!
Essa não é, nem de longe, a vida que eu gostaria para mim. Gostaria de ter minha casa e minha família juntinha, sair em finais de semana com eles, estar ao lado do homem que amo, mas esse é um fracasso que tenho que engolir e amargar todos os dias: o tal do grande sonho que não podemos realizar. Ainda não aprendi a lidar com isso, e estou sofrendo de novo.
Aliás, eu nunca paro de sofrer, estou começando a me convencer de que realmente não conheço outra forma de vida. Sempre que estou me reerguendo, alguma coisa me puxa para baixo de novo e o ciclo de sofrimento recomeça. Nunca tem fim.
Mas a noite valeu, foi muito bom, serviu para extravasar! Agora vou esperar a próxima, daqui uns anos...rs



Sutileza

Gostaria de agradecer imensamente por sua sutileza de me dizer não sem dizer a palavra em si, tentando ser simpático.
A culpa é toda minha que ainda continuo correndo atrás de você, acreditando que ainda sou capaz de salvar uma história que nunca teve e nem nunca terá futuro.
Você nunca vai enxergar quem realmente te ama, nunca vai aprender a honrar seus compromissos. A família que você formou espera por você, mas hoje eu sei que estou apenas perdendo o meu tempo. Eu te dei todo o amor que eu tinha, dei tudo de mim, acabei com a minha vida e com os meus sonhos, e hoje ainda continuo pagando o preço altíssimo desse amor.
Eu não quero mais, mas não sei como sair desse labirinto. A vida sem você não tem sentido, embora eu saiba que ao seu lado vai ser ainda pior.
Eu só queria que você me dissesse por que me ignora tanto, por que não quer o meu amor?
Eu tinha um sonho de me casar e ter uma família, e hoje esse sonho está morto diante dos esforços diários que faço para criar meu filho sozinha, debaixo do teto dos meus pais, tendo que suportar as mais diversas palavras duras calada, porque estou impossibilitada de tomar qualquer atitude na minha vida, porque não tenho apoio suficiente para isso.
E enquanto você dorme um sono tranquilo e feliz, eu passo a noite em claro cuidando do nosso filho doente. E enquanto você curte sua vida adoidado, eu tenho que ouvir um monte de desaforos por uma noite em que tentei sair para me divertir.
Eu amo você, me diz o que eu preciso fazer para ficar ao seu lado, e eu farei sem hesitar! Por que você não me enxerga? Por que você faz esse jogo todo comigo?

Eu não aguento mais. Já são quase 5 anos, já foram muitas decepções. É mais do que posso suportar. Por favor, alguém me mostra onde fica a saída.

Game Over.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Bunda Murcha

Emagrecer é algo muito bom, nossa auto-estima sobe à medida que os elogios começam a aparecer, mas existe um pequeno problema em tudo isso: você se torna uma propriedade de domiínio público. As pessoas passam a te estudar e medir nos corredores, tecem comentários diários a respeito das mudanças do seu corpo e do quanto suas roupas estão folgadas. E, sério: elogios são maravilhosos, mas determinados tipos de comentários, ouvidos todos os dias, enchem o saco!
Ontem mesmo estava eu no banheiro do meu trabalho, tentando pentear os cabelos (que amanheceram terríveis, por sinal! rs), quando senti que estava sendo observada. Ao olhar para trás, percebi que havia uma mulher da limpeza me olhando. Ela, meio sem graça, disse quee stava tentando reconhecer quem era a pessoa de costas, pois, por causa da calça, ela não conseguiu detectar de primeira quem era.
Ao ver minha cara de interrogação (como assim, não me reconehceu por causa da calça?!), ela me sai com essa: você tá com a bunda murcha.
Ok. Eu entendi o que ela quis dizer. Foi um elogio. A bunda murcha significa que a calça está folgada porque eu emagreci, mas vamos combinar? Que porra de elogio é esse? rsrsrsrsrsrs
Como você fala pra uma pessoa que tem 112 cm. de quadril que ela tá com a bunda murcha? Olha, eu tenho milhares de defeitos por esse corpitcho, mas falar que a minha bunda é murcha, além de sacanagem, é uma mentira sem tamanho!
Eu emagreci, sim, mas a bunda continua lá, imensa. Aliás, quero mesmo que ela dê uma murchada, junto com o resto de banha que tenho por aqui!
Foi engraçado, mas, ao mesmo tempo, extremamente constrangedor. Eu já sou uma pessoa cheia de complexos, e ouvir certas coisas acaba até mesmo me ofendendo. O que não é o caso aqui. Resolvi contar essa história porque acho interessantíssimo esse fenômeno cada vez mais crescente no mundo que é cuidar da vida alheia.
Qual o prazer que a pessoa encontra nisso? Qual a alegria em perguntar diariamente as minhas medidas, quanto emagreci ou deixei de emagrecer?
Elogios, sim. Ficha completa da minha vida diariamente, aí parou! Como diz o ditado: "não me acompanha, que eu não sou novela!".

Tenham um excelente dia.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Confusão de sentimentos

Eu preciso muito ouvir palavras de amor sussurradas no meu ouvido
Para não me esquecer do quanto o amor pode ser uma coisa boa
O silêncio tem tomado conta da minha vida
E eu, que sempre fui acostumada a muito barulho, não estou conseguindo lidar com a brusca mudança de ambiente
Os sonhos que sempre sonhei estão todos mortos
A esperança que eu tinha me escapa pelos dedos todas as manhãs
Eu já não sei o que fazer e nem o que pensar
Eu já não sei mais quem sou eu e o que quero da vida
Eu queria respostas para minhas perguntas
Mas a única pessoa que pode respondê-las sou eu mesma
O problema é que sou confusa demais para fazer isso...
Como posso, então, encontrar a felicidade dentro de mim?

terça-feira, 30 de março de 2010

Desafio - 23º Dia


Olha, hoje eu nem quero falar de dieta, porque eu já comecei o dia fazendo tudo errado, comendo demais (para variar, como sempre nos últimos dias rs).
Além disso, estou com um sono do caramba, uma preguiça enorme e vontade de fazer nada, bem em clima de feriado já.
Vou trabalhar um pouco, para ver se desperto.
Não desisti do meu sonho de emagrecer, não, apenas preciso me reorganizar, mas não agora, neste instante. A cabeça e os sentimentos estão meio confusos, não sei direito o que pensar, preciso de um tempo. Um tempo para esquecer de tudo e pensar só em mim, um tempo para me cuidar e me amar.

Amanhã estou de volta.

Bjus

segunda-feira, 29 de março de 2010

Desafio - 22º Dia

Café da Manhã
1 maçã
1 banana
1 xícara de chá mate com adoçante

Lanche da Manhã

1 fatia de melancia

Almoço

1 cenoura crua ralada
1 omelete: 2 ovos, 1 fatia de blanquet de peru, 1 fatia de mussarela, tomate e cebola
1 caixinha de suco Ades sabor laranja

1 barrinha de cereal Trio mousse de chocolate

Lanche da Tarde
1 pão de queijo
1 lata de coca-cola light plus

Jantar
1 sanduíche:
1 fatia de mussarela, 1 fatia de blanquet de peru e 2 colheres de sopa de cenoura ralada

1 fatia de melão


Partindo para a operação "8 quilos em 1 mês". Eu fiz uma aposta comigo de que no dia 29 de abril de 2010 estarei pesando 8 quilos a menos do que estou agora, ou seja, 69,6 kg. Percebi que o tempo passa rápido pra caramba, por isso nem vou sentir. Quando perceber, já estou no final de abril, sentindo meu corpo um pouco mais leve. Possível, é. Basta querer.
E vamos nessa!